Estoque
Muito dono de restaurante define o preço do prato "no olho" — soma o que lembra ter gasto, adiciona uma margem que parece razoável, e segue. O problema é que esse método esconde prejuízo: ingredientes que parecem baratos isolados (azeite, especiarias, queijo ralado) somam um custo real que só aparece quando alguém calcula certo.
A ficha técnica é exatamente esse cálculo — o registro de quanto cada prato consome de cada ingrediente, e quanto isso custa.
Para cada prato do cardápio, você lista:
Com isso, o preço de venda passa a ser uma decisão informada — você sabe exatamente qual é a margem de cada prato, não uma estimativa.
Três cenários comuns que a ficha técnica evita:
Resumo do problema: sem ficha técnica, o preço do prato é um chute educado. Com ficha técnica, é um cálculo — e só um cálculo permite saber, com certeza, se você está ganhando ou perdendo dinheiro em cada venda.
Quando o sistema sabe que "1 porção de X consome 150g de carne", cada venda já debita automaticamente do estoque — sem precisar fazer inventário manual toda semana para descobrir que o estoque "não bate". Isso fecha o ciclo: a ficha técnica define o custo, e a cada venda o estoque se atualiza só.
Não precisa fazer ficha técnica de cardápio inteiro de uma vez. Comece pelos 5 a 10 pratos mais vendidos — é ali que está a maior parte do faturamento, e onde um erro de precificação pesa mais no resultado do mês.
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No BarGest, você monta a ficha técnica direto no cadastro do produto, e o estoque é debitado automaticamente a cada venda — sem planilha, sem inventário manual. Teste grátis por 7 dias.
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